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Vídeo1: Coreografia de Tessen pela turma 8º G
Música de de Michael Nyman - MEMORIAL (The Cook,
the Thief, his Wife & her Lover)
Vídeo 2: Coreografia de Tessen pela turma 8º F
Música de Kitaro -AQUA (Oasis)
Vídeo 3: Coreografia de movimentos de
Artes Marciais e Tessen pela turma 8º C
Música de Philip Glass - PROTEST (Songs from the Trilogy)
Apresentaram-se 3 pequenas coreografias de uma arte chamada Tenchi Tessen, realizadas por alunos das turmas do 8º C, 8º F e 8º G, no âmbito da disciplina de Artes e Ofícios leccionada pelo professor Manuel Galrinho.
As coreografias foram praticadas em apenas 4 aulas e são o resultado do trabalho desenvolvido em 16 aulas de 90 minutos. 16 aulas é manifestamente muito pouco tempo para se dominar esta arte e só o grande empenho destes alunos tornou possível este trabalho.
Os alunos apresentaram-se vestidos de forma informal e não com as roupas próprias desta arte, devido ao seu preço elevado.
«Tenchi Tessen» significa à letra «o leque entre o céu e a terra» e os seus praticantes são vulgarmente chamados «guerreiros do leque».
O leque actual de bambu, que deriva de um antigo leque de metal usado na china como arma de guerra, é agora usado não como instrumento de morte mas de criação, numa espécie de dança onde se procura antes de mais a beleza do gesto.
O criador desta arte, Georges Stobbaerts, disse da sua arte:
«Criei o Tenchi Tessen baseando-me nas artes marciais. Fruto de uma longa gestação, inspirei-me nas artes tradicionais japonesas como a Arte do Sabre e o Aikido, mas também no Yoga e no Zen, que foram o seu suporte primordial. Resulta ainda do estudo de vários aspectos das filosofias ocidentais e orientais e aspira a ser uma ponte entre estas duas culturas»
Tara Michael, uma grande investigadora das artes orientais disse sobre esta arte:
«É uma arte do movimento que se situa no instante presente. Não aspira a ser um espectáculo para os outros mas uma prática para si. É também uma coreografia colectiva em que se manifestam pólos opostos como a criatividade e a receptividade, a firmeza e a doçura, a terna fragilidade do bambu e o relâmpago fulgurante do gesto perfeito.»
